sexta-feira, 31 de março de 2017
quarta-feira, 29 de março de 2017
A cara do Brasil da mudança
Bruna Sena. Reprodução Facebook
"Vocês vão perceber o que o ser humano é capaz quando é dada a ele uma oportunidade", disse o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, durante o lançamento do ProUni, em 2005. A oportunidade foi dada e Bruna Sena, de 17 anos, negra, moradora da periferia e estudante de escola pública, não só chegou à universidade, mas também passou em primeiro lugar em Medicina na USP de Ribeirão Preto, o curso mais concorrido da Fuvest 2017.
Defensora do feminismo, do movimento negro e da liberdade de gênero, Bruna sabe da importância de mais oportunidades para os negros no Brasil e acredita que as cotas raciais, sancionada em 2012 pela presidenta Dilma Rousseff, sejam extremamente necessárias para o acesso democrático ao ensino superior.
"Claro que a ascensão social do negro incomoda, assim como incomoda quando o filho da empregada melhora de vida, passa na Fuvest. Não há como concorrer de igual para igual quando não se tem oportunidades de vida iguais", diz a nova universitária.
Assim como milhões de brasileiros, Bruna quebrou o ciclo de ausência de formação superior na família e será a primeira a garantir o diploma universitário, para o orgulho da mãe, Dinália Sena, que sempre priorizou os estudos e a educação da filha. "Tudo na nossa vida foi com muita luta, desde que ela nasceu, prematura de sete meses, e teve de ficar internada por 28 dias. Não tenho nenhum luxo, não faço minhas unhas, não arrumo meu cabelo. Tudo é para a educação dela", conta Dinália, que trabalha como operadora de caixa de supermercado.
A conquista foi possível após Bruna conseguir uma bolsa de estudos em um cursinho popular tocado por estudantes da USP, em Ribeirão Preto. Ela contou também com a ajuda financeira de amigos e parentes, e se preparou muito, ao longo de toda sua vida escolar, apresentando notas sempre acima da média.
Bruna, que compreende o quanto sua mãe ralou para que hoje ela tivesse alcançado esse resultado, afirma que ainda não sabe qual especialidade seguir, mas sabe o caminho que quer trilhar até lá. "Sei que quero atender pessoas de baixa renda, que precisam de ajuda, que precisam de alguém para dar a mão e de saúde de qualidade", garante Bruna.
Educação é investimento
Enem, ProUni, Reuni, SISU, FIES, mais vagas e qualidade nas universidades públicas, mais vagas e qualidade nas universidades privadas, lei de cotas sociais e raciais. Todas essas iniciativas foram fundamentais para a revolução no ensino superior no Brasil e ajudaram a dobrar o número de alunos nas universidades durante os governos Lula e Dilma Rousseff, para mais de 7 milhões.
Enem, ProUni, Reuni, SISU, FIES, mais vagas e qualidade nas universidades públicas, mais vagas e qualidade nas universidades privadas, lei de cotas sociais e raciais. Todas essas iniciativas foram fundamentais para a revolução no ensino superior no Brasil e ajudaram a dobrar o número de alunos nas universidades durante os governos Lula e Dilma Rousseff, para mais de 7 milhões.
Apesar de tantos ex-presidentes com diplomas universitários, há muitos anos não se construía uma única universidade federal no Brasil. Os governos de Lula e Dilma quebraram esse jejum e espalharam, ao longo dos últimos 13 anos, 18 novas universidades e 173 novos campus pelo país afora.
"Havia gente que governava o Brasil e achava que quem ia resolver o problema das universidades e das escolas era o mercado. E aí quando nós criamos 18 novas universidades federais, quando a presidenta Dilma criou o Ciência sem Fronteiras, para mandar milhares de jovens estudarem lá fora, quando ela cria o Pronatec para fazer formação profissional, é importante lembrar que tudo isso é decorrente de uma decisão que nós tomamos: educação é investimento", acredita Lula, o presidente que tinha apenas o diploma de torneiro mecânico do Senai e promoveu a maior revolução no ensino superior brasileiro.
Como escreveu Bruna em sua conta no Facebook: "A casa-grande surta quando a senzala vira médica". E vai continuar surtando, pois histórias como a de Bruna serão cada vez mais recorrentes no país em que o filho do pedreiro também pode virar doutor.
Para saber mais sobre a revolução no ensino superior do Brasil nos últimos 13 anos, acesse o site do Brasil da Mudança.
MANO BROWN: COM REFORMA DA PREVIDÊNCIA, ‘TERÁ UM EXÉRCITO DE GENTE JOGADA NA RUA’

O rapper e líder dos Racionais MC's, Mano Brown, criticou a reforma da Previdência proposta pelo governo de Michel Temer; ele classificou a PEC 287 como uma "limpeza" da próxima população de idosos; "Vai ter um exército de gente jogada na rua", disse; segundo ele, a população da periferia está mais conservadora e lembra da vitória do prefeito João Doria (PSDB) no seu bairro, o Capão Redondo; "Lá ele teve 48% dos votos." Mesmo com o aval da sua comunidade, o rapper disse que medidas de Doria, como apagar os grafites da cidade, são retrocessos, mas que não se surpreende, pois acredita que a sociedade brasileira tem uma "mentalidade elitista"
terça-feira, 28 de março de 2017
segunda-feira, 27 de março de 2017
LE MONDE VÊ BRASIL COMO “FAROESTE DO SÉCULO 21”

Da Rádio França Internacional - O jornal francês Le Monde traz em sua edição deste domingo (26) uma reportagem sobre o assassinato de ecologistas no Brasil. O jornal relata que 61 militantes foram mortos apenas em 2016.
A reportagem da correspondente do vespertino no Brasil começa contando a história de Waldomiro Costa Pereira, assassinado no hospital de Paraupebas, no Pará. O texto explica que o militante ecologista – que já tinha sido vítima de um ataque – era membro de um "um desses batalhões de brasileiros em guerra contra a voracidade dos grandes latifundiários, dos gigantes agrícolas e dos grupos de mineração".
O texto traz dados da Ong Global Witness, que afirma que 207 militantes ecologistas e defensores dos direitos humanos foram assassinados no Brasil entre 2010 e 2015: "um recorde mundial", analisa o jornal francês, lembrando que em Honduras, que também vive esse tipo de problema, cerca de 100 assassinatos foram registrados no mesmo período. Porém, como ressalta o vespertino, o país da América Central tem uma população 25 vezes menor que a brasileira. Segundo Danicley Aguiar, militante do Greepeace citado pelo jornal francês, casos como a morte de Waldomiro representam "um crime bárbaro e inaceitável, mas que se tornou banal".
"E o fenômeno se amplifica", continua a reportagem, que fala do Brasil como um "Faroeste do século 21". "Trinta anos após a morte do militante sindical Chico Mendes, a violência parece continuar enraizada no interior do país", analisa.
A correspondente do Le Monde também explica que a região amazônica não é a única a sofrer com esse tipo de violência. A reportagem lista casos recentes no Rio Grande do Sul ou ainda no Rio de Janeiro.
Para a jornalista, esses assassinatos revelam a cobiça pelos recursos naturais abundantes do Brasil. "Desde os anos 1990, o país, que enfrenta a desindustrialização, preferiu se concentrar em uma política de desenvolvimento baseada na exportação de matérias-primas, o que estimula as disputas pela terra e a resistência dos agricultores", explica Danicley Aguiar.
O texto também comenta o papel da Justiça, que além de ser lenta, não se aprofunda nas investigações e registras baixas taxas de condenação dos crimes cometidos. Baseada nos testemunhos de especialistas, a reportagem do Le Mondealerta para os riscos de piora desse "panorama que já é apocalíptico", principalmente por causa da crise econômica que sacode o país desde 2015 e "incita o Estado a defender as multinacionais".
domingo, 26 de março de 2017
sexta-feira, 24 de março de 2017
quinta-feira, 23 de março de 2017
‘TEMER QUER TRAZER DE VOLTA A ESCRAVIDÃO’, DIZ DEPUTADO

Para o deputado Valmir Assunção (PT), o projeto que permite terceirização da mão de obra em qualquer atividade, aprovado pela Câmara, "fragiliza de forma radical as relações trabalhistas para privilegiar os interesses de uma elite empresarial. Significa salários mais baixos e dificuldades para obter benefícios, inclusive a aposentadoria"; Eles dizem que vão modernizar a relação de capital e trabalho, mas isso não é verdade. É um retrocesso. Tentam voltar ao período da escravidão. A terceirização vai diminuir o salário, vai precarizar o trabalho e ameaçar até o décimo terceiro", alerta o baiano
23 DE MARÇO DE 2017 ÀS 09:25 // 247 NO TELEGRAM
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Bahia 247 - Para o deputado federal Valmir Assunção, o projeto que permite terceirização da mão de obra em qualquer atividade, aprovado ontem (22) na Câmara, "fragiliza de forma radical as relações trabalhistas para privilegiar os interesses de uma elite empresarial. Significa salários mais baixos e dificuldades para obter benefícios, inclusive a aposentadoria".
Assunção diz que a quarta-feira foi um dia difícil, porque um conjunto de deputados trabalhou para tirar o direito dos trabalhadores. "Nesse projeto eles dizem que vão modernizar a relação de capital e trabalho, mas isso não é verdade. É um retrocesso, tentam voltar ao período da escravidão. A terceirização vai diminuir o salário, vai precarizar o trabalho e ameaçar até o décimo terceiro. Outro aspecto é que as mulheres têm direito à licença maternidade, e com a terceirização isso vai cair. O que vai valer é o contrato temporário de trabalho. É o acordado sobre o legislado, o que vai prevalecer não é a lei e sim o que acordar com o patrão", diz o deputado.
Valmir Assunção diz ainda que "a medida faz parte de uma estratégia de Michel Temer para pagar a conta do golpe contra Dilma". O deputado também apontou para as perdas de direitos dos trabalhadores e do avanço de medidas impopulares pelo governo de Temer. O deputado baiano pede apoio da população contra essas medidas. "Temer quer, através das reformas da Previdência e trabalhista, sugar o sangue de cada trabalhadora e trabalhador brasileiro".
Assunção diz que há uma estratégia definida pelo governo federal, tanto que o relator da reforma da Previdência, deputado Arthur Maia (PPS-BA), teve a campanha financiada por bancos privados. "Querem privatizar a previdência, entregar para os bancos privados".
quarta-feira, 22 de março de 2017
terça-feira, 21 de março de 2017
16 fotos incríveis de Reis Africanos por James C. Lewis
Veja estas supreendentes recriações de 16 famosos reis africanos famosos trazidos à vida pelo fotógrafo James C. Lewis.
por Nana no Fashion Ghana
Uma viagem para a memória onde a fotografia atende educação. Brilhantemente feito com a finalidade de esclarecer-nos sobre a grande história e reinos na África. E eu amei-lo completamente.

Hannibal Barca (247 aC – 183 aC) foi um comandante militar cartaginês Africano, geralmente considerado um dos maiores comandantes militares da história. Também creditado por ter grandes vitórias contra o Império Romano com seus valentes guerreiros que marcharam para a batalha sobre as costas dos grandes elefantes!

Mais tarde, ele foi derrotado pelo Império Romano e voltou a Cartago, Norte de África, onde ele foi eleito para o “Office of Suffete”, que foi o mais alto funcionário nomeado em Carthage naquela época.
NOTA: Ao contrário das descrições incorretas passadas através da história, Hannibal não era um homem branco. Ele era de fato um homem negro da África do Norte e as moedas que descobrem sua semelhança no artigo anexado dizer claramente a verdade de quem ele era:
http://www.blackhistoryheroes.com/2012/07/hannibal-barca-of-carthage-north-africa.html | Modelo: Adonis Preço |stilista & fotógrafo: James C. Lewis
Cetshwayo kaMpande ( /kɛtʃˈwaɪ.oʊ/; c. 1826 – 8 de fevereiro de 1884) foi o monarca do Reino Zulu de 1872 a 1879. Ele liderou sua nação na dramática e sangrenta Guerra Anglo-Zulu de 1879. Ele liderou as tropas zulu numa vitória importante na Batalha de Isandhlwana contra o Reino Unido, mas ele não conseguiu vencer a guerra para o seu povo. Seu legado entre a sociedade zulu é grande devido a sua resistência ao imperialismo europeu.
modelo: Derrick Ledet – stilista e fotografo: James C. Lewis

Akhenaton ( também escrito Echnaton, Akhenaton, Ikhnaton, e Khuenaten; significa “eficaz para Aten”) conhecida antes do quinto ano de seu reinado como Amenhotep IV (por vezes dada a sua forma grega, Amenófis IV, e significado Amun está satisfeito), foi um faraó egípcio antigo da XVIII Dinastia, que governou por 17 anos e morreu, talvez em 1336 BC ou 1334 BC. Ele é especialmente notado por abandonar o politeísmo egípcio tradicional e introduzir o culto centrado no Aten, que às vezes é descrito monolatristic, henoteísta, ou mesmo quase monoteísta. Uma inscrição cedo compara a Aten ao sol, em comparação com estrelas e idioma posteriormente oficial evita chamar a Aten um deus, dando a divindade solar um status acima meros deuses.
Akhenaten tentou provocar um afastamento da religião tradicional, mas, no fim, não seria aceito. Após sua morte, a prática religiosa tradicional foi gradualmente restaurado, e quando algumas dezenas de anos mais tarde governantes sem direitos claros de sucessão da dinastia XVIII fundaram uma nova dinastia, desacreditando Akhenaton e seus sucessores imediatos, referindo-se a Akhenaton como “o inimigo” ou “esse criminoso” em documentos de arquivo.
Ele estava quase perdido da história até a descoberta durante o século 19 da tumba de Akhetaten, a cidade que ele construiu para a Aton, em Amarna. Escavações iniciais de Amarna por Flinders Petrie despertou o interesse por um enimigático faraó e uma múmia encontrada no túmulo KV55 , que foi descoberto em 1907 durante uma escavação dirigida por Edward R. Ayrton, é provável que de Akhenaton. análise de DNA determinou que o homem enterrado em KV55 é o pai do rei Tutancâmon, mas a sua identificação como Akhenaton tem sido questionada.
O interesse moderno no Akhenaten e sua rainha, Nefertiti, vem em parte de sua ligação com Tutankhamon, em parte, do estilo único e de alta qualidade das artes pictóricas ele frequentados, e em parte do interesse contínuo na religião que ele tentou estabelecer.
modelo: Dom James II – stilista e fotógrafo: James C. Lewis

Sunni Ali, também conhecido como sunita Ali Ber, nasceu Ali Kolon e reinou de cerca de 1464 a 1492. Sunita Ali foi o primeiro rei do império Songhai, localizado no oeste da África e 15 governante do dinastia Sonni. Sob infantaria e cavalaria muitas cidades do sunita Ali foram capturados e, em seguida, fortificado, tais como Timbuktu (capturado em 1468) e Djenné (capturado em 1475). Sonni conduziu uma política repressiva contra os estudiosos de Timbuktu, especialmente aqueles da região de Sankore que foram associados com o Tuareg quem Ali expulso para ganhar o controle da cidade.
Sunita Ali organizou uma frota para patrulhar o rio Níger. Durante o seu reinado, Songhai ultrapassou a altura do Império do Mali, envolvendo áreas sob o Império Mali (eo Império Gana antes dele). Sua morte, no final de 1492, é uma questão de conjectura. De acordo com o Tarikh al-Sudão, Ali se afogou durante a travessia do rio Níger.
A tradição oral acredita que ele foi morto pelo filho de sua irmã, Askia Muhammad Ture. Ele foi sucedido por seu filho, Sonni Baru, que foi desafiado por Askia porque Baru não era visto como um muçulmano fiel. Askia sucedeu ao trono.
modelo: Tony Jackson – stilista e fotógrafo: James C. Lewis

Osei Tutu, (nascido c. 1660-morreu 1712 ou 1717), fundador e primeiro governante do Asante (Ashanti) império (em Gana atual), que como chefe do pequeno estado de Kumasi veio a perceber (c. 1680-1690 ) que uma fusão dos pequenos reinos Asante separadas era necessário para suportar os seus poderosos vizinhos Denkyera para o sul.
Osei Tutu tinha sido um refém na corte Denkyera mas tinha escapado para o leste para o poderoso estado de Acuamu, onde foi exposto a novas ideias de organização política e militar.
modelo: Kellen Marcus – stilista e fotógrafo: James C. Lewis – Guarda-roupa e acessórios: Maryse M´bo Ako

Mansa KanKan Musa – Referido como Mansa Musa, foi o décimo mansa, que se traduz como “rei dos reis” ou “imperador”, do Império Mali. No momento da ascensão de Mansa Musa ao trono, o Império Mali consistia nos territórios anteriormente pertencentes ao Império Gana e Melle (Mali) e áreas circundantes, Musa obteve muitos títulos, incluindo Emir do Melle, Senhor das Minas dos Uangaras, e conquistador de Ganata, Futa-Jallon, e pelo menos outra dúzia de estados. Ele foi reconhecido como o homem mais rico da História.
modelo: Tony Jackson – stilista e fotógrafo: James C. Lewis

Idris Alwma (1580-1617) foi mai (rei) do Império Kanem-Bornu, localizadas principalmente no Chade, Camarões e Nigéria. Seu nome é escrito mais propriamente Idris Alawma ou Idris Alauma. Um estadista notável, sob seu governo (1564-1596) Kanem-Bornu tocou no auge de seu poder. Idris é lembrado por suas habilidades militares, reformas administrativas e piedade islâmica. Suas façanhas são conhecidas principalmente através de seu cronista Ahmad bin Fartuwa.
modelo: Kineh N´gaojia – stilista e fotógrafo: James C. Lewis

Askia Muhammad I (ca. 1443-1538), nascido Muhammad Ture ou Mohamed Toure em Futa Tooro, mais tarde chamado de Askia, também conhecido como Askia, o Grande, era um imperador, comandante militar, e reformador político do Império Songhai em o final do século 15, o sucessor de Sunni Ali Ber. Askia Muhammad reforçou o seu império e fez dele o maior império da história da África Ocidental. No seu auge sob seu reinado, o Império Songhai abrangeu os estados Hausa, tanto quanto Kano (na Nigéria hoje em dia) e grande parte do território que tinha pertencido ao império Songhai, no oeste. Suas políticas resultou em uma rápida expansão do comércio com a Europa e Ásia, a criação de muitas escolas, bem como o estabelecimento do Islã como uma parte integrante do império.
Devido a seus esforços, Songhai experimentou um renascimento cultural que nunca tinha visto antes, e toda a terra floresceu como um centro de todas as coisas valiosas na aprendizagem e comércio.
modelo: David Ferrel – stilista e fotógrafo: James C. Lewis

Tutmés III (às vezes lido como Thutmosis ou Tutmés III, Thothmes em obras de história mais velhos, e que significa “Thoth nasce”) foi o sexto faraó da XVIII Dinastia. Durante os primeiros vinte e dois anos do reinado de Tutmosis ele era co-regente com sua madrasta e tia, Hatshepsut, que foi nomeado o faraó. Enquanto ele foi exibido pela primeira vez em monumentos sobreviventes, ambos foram atribuídos os nomes reais habituais e insígnias e nem é dada qualquer antiguidade óbvia sobre o outro. Ele serviu como a cabeça de seus exércitos.
Após a morte de Hatshepsut, e aumento posterior de Tutmósis III faraó do reino, ele criou o maior império Egito já tinha visto; nada menos que dezessete campanhas foram realizadas, e ele conquistada Niya no norte da Síria para a Quarta Catarata do Nilo, na Núbia.
Oficialmente, Tutmés III governou o Egito por quase 54 anos, e seu reinado é geralmente datada de 24 de abril de 1479 aC a 11 de março de 1425 aC; no entanto, isso inclui os vinte e dois anos, ele foi co-regente de Hatshepsut. Durante os dois últimos anos do seu reinado, ele nomeou o seu filho e sucessor, Amenhotep II, como seu co-regente júnior. Seu filho primogênito e herdeiro do trono, Amenemhat, predeceased Tutmés III. Quando Tutmés III morreu, foi enterrado no Vale dos Reis, assim como o resto dos reis deste período no Egito.
modelo: Eric Grahan – stilista e fotógrafo: James C. Lewis

Tenkamenin – Rei do reino Ghana 1037-1075 AD
O reino de Gana alcançou a altura de sua grandeza durante o reinado de Tenkamenin. Através de sua gestão cuidadosa do comércio de ouro através do deserto do Saara para a África Ocidental, o império de Tenkamenin floresceu economicamente. Mas sua maior força estava no governo. Regularmente ele saia a cavalo e ouvir os problemas e preocupações de seu povo. Ele insistiu que a ninguém fosse negado uma audiência e que eles fossem autorizados a permanecer em sua presença, até ficarem satisfeitos que a justiça tivesse sido feita.
Seus princípios da monarquia democrática e tolerância religiosa fez do reinado de Tenkamenin um dos grandes modelos de regra Africano.
modelo: Ebai Ayuki-Enow – stilista e fotógrafo: James C. Lewis

Taharka foi um faraó da XXV dinastia egípcia que reinou entre 690 a.C. e 664 a.C.. De origem núbia ou cuchita, sucedeu ao seu irmão Chabataka. É mencionado em Isaías como Tiraca, rei da Etiópia.
Ele foi o terceiro faraó etíope, e sua mãe era negra.
Coroado em Mênfis, cidade que também funcionaria como a sua sede de governo, o seu reinado é o mais esplêndido de todos os reinados cuchitas no Egipto. Após um período de secas, no ano 6 do seu reinado o Egipto conheceu uma cheia que gerou grandes colheitas agrícolas, muito celebrada na época em inscrições realizadas em Coptos, Tânis e Kaua. Nestas inscrições pode ler-se como o evento das cheias foi interpretado como uma intervenção divina de Amon-Ré, que o teria escolhido como rei.

Abu Bakr II (fl. Século 14), também escrito Abubakri e conhecido como Mansa Qu, pode ter sido o nono mansa do Império Mali. Ele sucedeu seu sobrinho Mansa Mohammed ibn Gao e precedido Mansa Musa. Abu Bakr II abdicou o trono a fim de explorar “os limites do oceano”.
modelo: Zak Jackson – stilista e fotógrafo: James C. Lewis

Ghezo ou Gezo era um Rei do Reino de Daomé, na atual Benin, de 1818 até 1858. Ghezo substituiu seu irmão Adandozan (governado 1797-1818) como rei através de um golpe com a assistência do comerciante de escravos brasileiro Francisco Félix de Sousa. Ele governou o reino durante um período tumultuado, pontuado pelo bloqueio britânico dos portos de Dahomey, a fim de acabar com o comércio de escravos no Atlântico. Ghezo finalmente terminou o status tributário do Dahomey ao império Oyo, mas também lidar com a dissidência interna significativa e pressão dos britânicos para acabar com o comércio de escravos. Ele prometeu acabar com o tráfico de escravos em 1852, mas retomaram os esforços de escravos em 1857 e 1858. Ghezo morreu em 1858, possivelmente assassinado, e seu filho Glele tornou-se o novo rei.
modelo: Fredrik Harper – stilista e fotógrafo: James C. Lewis

Kwaku Dua I (Kwaku Dua I Panyin ou Barima Fredua Agyeman, c 1797 – 27 de abril de 1867), foi o oitavo rei do Reino de Ashanti (King of the Ashanti) a partir de 25 de agosto de 1834 até que o rei Asantehene Kwaku Dua I morte em 1867.
Em 18 de março 1837, o Rei Asantehene Kwaku Dua I do Reino de Ashanti assinou um contrato entre ele eo rei William I dos Países Baixos. Estes recrutas se tornaria conhecido como Belanda Hitam. Ele iria entregar 1.000 recrutas para o Dutch East Indies Exército dentro de um ano. Ele recebeu 2.000 armas por meio de pagamento antecipado, com a promessa de 4.000 mais por vir. Além disso, os holandeses obtido a permissão do rei Asantehene Kwaku Dua I para abrir uma agência de recrutamento na capital Ashanti Kumasi que, para os próximos anos, seria liderado por Jacob Huydecoper, um mulato nascido em Elmina. Testemunhando os sacrifícios humanos frequentes em Ashanti, os holandeses estavam convencidos de que o rei Asantahene do Reino de Ashanti e sua corte controlada grandes quantidades de mão de obra, alguns dos quais poderiam ser colocados à disposição do exército holandês. Como o recrutamento ainda era suposto ser voluntária, escravos oferecidos ao agente de recrutamento recebido um adiantamento para comprar sua liberdade. Como parte do contrato de dois Reino de Ashanti jovens príncipes Ashanti, Kwasi Boakye e Kwame Poku acompanhado os holandeses de volta para a Holanda, onde estavam a receber uma educação holandesa.
De 1841 a 1844, o rei Asantehene Kwaku Dua I do Reino de Ashanti lutou contra a Gonja e Dagomba para o norte. Em 1863, o rei Asantehene Kwaku Dua I do Reino de Ashanti território ocupado para o sul, então sob proteção britânica, o que azedou as suas relações com os britânicos.
Rei Asantehene Kwaku Dua I morreu em 1867 e foi sucedido pelo rei Asantehene Kofi Karikari do Reino de Ashanti.
modelo: Marvin Montegomery – stilista e fotógrafo: James C. Lewis – Guarda-roupa e acessórios: Maryse M´bo Ako

Zulu kaMalandela (1627-1709), filho de Malandela, foi o fundador e chefe do clã Zulu, que veio do povo Nguni. Os Zulus e os Qwabes vêm do Ngunis, quando o Rei do Ngunis Malandela morreu, ele dividiu o reino em dois clãs, os Qwabes e os Zulus. Na língua Zulu, Zulu significa céu.
Quando seu pai Malandela morreu, o seu filho mais velho Qwabe lutou com seu irmão mais novo Zulu, fazendo com que Zulu, juntamente com seu povo (Zulus) fossem exilados da terra do Ngunis e Mambos porque mataram mais pessoas nessa luta e tornaram-se andarilhos (izinzula).
Ele levou seus seguidores para o norte da terra do Ngunis e estabeleceu-se em um país chamado Moçambique, em nossos dias, que é onde ele encontrou pela primeira vez o povo português que foram liderados por Kapitano.
modelo: Amistad W. Carty – stilista e fotógrafo: James C. Lewis

Opoku Ware I (1700-1750) foi um rei Oyoko ou Asantehene – o governante do Ashanti – no Ashanti Confederação agora dissolvido que ocupou partes do que é hoje o Gana. Ele é citado como sendo o “construtor de impérios” da Confederação Ashanti.
Casou-se e teve dois filhos chamados Adusei Atwenewa e Adusei Kra.
Durante seu papel como rei, que durou de 1720 (algumas fontes citam 1718, enquanto liderava o exército contra o Estado Akan do Akyem) até sua morte em 1750, ele lutou contra o Bono, outro estado Akan.
Entre 1741 e 1744, o Rei Opoku lutou e ganhou uma série de guerras contra vários estados da região. Discrepâncias em fontes implicam que morreram em 1742, ou por volta de 1750.
Após a sua morte, ele foi sucedido por Kusi Obodom.
modelo: Tobi Olagunju – stilista e fotógrafo: James C. Lewis
Judoca Rafaela Silva recebe destaque do COI em campanha contra o racismo
Comitê celebra, junto com a ONU, o Dia Internacional da Eliminação da Discriminação

Do O Globo
O Comitê Olímpico Internacional (COI) destacou, em seu site oficial, a história da judoca carioca Rafaela Silva como símbolo da luta contra o racismo. Nesta terça-feira, o comitê celebra o Dia Internacional da Eliminação da Discriminação Racial com apoio da Organização das Nações Unidas (ONU) e outras entidades internacionais.
Rafaela foi citada pelo COI como representante do triunfo contra a discriminação racial. Nascida na Cidade de Deus, na Zona Oeste do Rio, a judoca deu seus primeiros passos no esporte através do Instituto Reação, ONG fundada pelo também judoca Flavio Canto.
Depois de ser vítima de comentários racistas após uma performance aquém do esperado em Londres-2012, Rafaela foi campeã mundial de judô no ano seguinte e atingiu a consagração definitiva nos Jogos do Rio-2016, quando conquistou o ouro no Parque Olímpico.

Depois do episódio de racismo pós-Londres, Rafaela chegou a ficar quatro meses sem vestir o quimono, segundo seus treinadores. Mas retomou o esporte e chegou ao auge da carreira, em uma trajetória citada pelo COI como “um triunfo maravilhoso para a capacidade do esporte de transformar vidas”.
— Praticar esportes, sem discriminação de qualquer tipo, é um direito humano e princípio fundamental do movimento olímpico — afirmou o presidente do COI, Thomas Bach.
Como o racismo afeta meu trabalho? / Soul Vaidosa
Dia 21 de março: Dia Internacional de Eliminação da Discriminação Racial
Como o racismo afeta meu trabalho? / Soul Vaidosa
domingo, 19 de março de 2017
sexta-feira, 17 de março de 2017
LISTA DO JANOT: COMPLETA!
MINISTROS
Antonio Imbassahy (PSDB-BA) – Secretaria de Governo
Bruno Araújo (PSDB-PE) – Ministro das Cidades
Eliseu Padilha (PMDB-RS) – Ministro da Casa Civil
Gilberto Kasssab (PSD-SP) – Ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações
Mendonça Filho (DEM-PE) – Ministro da Educação
Moreira Franco (PMDB-RJ) – Ministro da Secretaria-Geral de Governo
Osmar Terra (PMDB-RS) – Ministro do Desenvolvimento Social e Agrário
Raul Jungmann (PPS-PE) – Ministro da Defesa
Ricardo Barros (PP-PR) – Ministro da Saúde
Roberto Freire (PPS-SP) – Ministro da Cultura
Bruno Araújo (PSDB-PE) – Ministro das Cidades
Eliseu Padilha (PMDB-RS) – Ministro da Casa Civil
Gilberto Kasssab (PSD-SP) – Ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações
Mendonça Filho (DEM-PE) – Ministro da Educação
Moreira Franco (PMDB-RJ) – Ministro da Secretaria-Geral de Governo
Osmar Terra (PMDB-RS) – Ministro do Desenvolvimento Social e Agrário
Raul Jungmann (PPS-PE) – Ministro da Defesa
Ricardo Barros (PP-PR) – Ministro da Saúde
Roberto Freire (PPS-SP) – Ministro da Cultura
GOVERNADORES
Beto Richa (PSDB-PR)
Fernando Pimentel (PT-MG)
Geraldo Alckmin (PSDB-SP)
Luiz Fernando Pezão (PMDB-RJ)
Marconi Perillo (PSDB-GO)
Raimundo Colombo (PSD-SC)
Reinaldo Azambuja (PSDB-MS)
Tião Viana (PT-AC)
Wellington Dias (PT-PI)
Fernando Pimentel (PT-MG)
Geraldo Alckmin (PSDB-SP)
Luiz Fernando Pezão (PMDB-RJ)
Marconi Perillo (PSDB-GO)
Raimundo Colombo (PSD-SC)
Reinaldo Azambuja (PSDB-MS)
Tião Viana (PT-AC)
Wellington Dias (PT-PI)
SENADORES
Aécio Neves (PSDB-MG)
Ana Amélia Lemos (PP-RS)
Armando Monteiro (PTB-PE)
Cássio Cunha Lima (PSDB-PB)
Ciro Nogueira (PP-PI)
Eunício Oliveira (PMDB-CE)
Fernando Bezerra (PSB-PE)
Gleisi Hoffmann (PT-PR)
Humberto Costa (PT-PE)
Jader Barbalho (PMDB-PA)
José Agripino (DEM-RN)
José Aníbal (PSDB-SP) – suplente
José Serra (PSDB-SP)
Lindbergh Farias (PT-RJ)
Randolfe Rodrigues (Rede-AP)
Renan Calheiros (PMDB-AL)
Romero Jucá (PMDB-RR)
Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM)
Ana Amélia Lemos (PP-RS)
Armando Monteiro (PTB-PE)
Cássio Cunha Lima (PSDB-PB)
Ciro Nogueira (PP-PI)
Eunício Oliveira (PMDB-CE)
Fernando Bezerra (PSB-PE)
Gleisi Hoffmann (PT-PR)
Humberto Costa (PT-PE)
Jader Barbalho (PMDB-PA)
José Agripino (DEM-RN)
José Aníbal (PSDB-SP) – suplente
José Serra (PSDB-SP)
Lindbergh Farias (PT-RJ)
Randolfe Rodrigues (Rede-AP)
Renan Calheiros (PMDB-AL)
Romero Jucá (PMDB-RR)
Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM)
DEPUTADOS
Afonso Hamm (PP-RS)
Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) – líder do governo na Câmara
Arnaldo Jardim (PPS-SP) – licenciado
Arthur Oliveira Maia (PPS-BA)
Arthur Virgilio Bisneto (PSDB-AM)
Bebeto Galvão (PSB-BA)
Betinho Gomes (PSDB-PE)
Beto Mansur (PRB-SP)
Carlos Zaratini (PT-SP)
Celso Russomanno (PRB-SP)
Clarissa Garotinho (PRB-RJ)
Daniel Almeida (PCdoB-BA)
Daniel Coelho (PSDB-PE)
Fernando Marroni (PT-RS)
Heráclito Fortes (PSB-PI)
Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE)
José Carlos Aleluia (DEM-BA)
José Otávio Germano (PP-RS)
José Priante (PMDB-PA)
Júlio Lopes (PP-RJ)
Jutahy Magalhães Jr. (PSDB-BA)
Luciano Ducci (PSB-PR)
Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA)
Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR)
Luiz Carlos Ramos (PTN-RJ) – licenciado
Luiz Sergio (PT-RJ)
Mandetta (DEM-MS)
Marcio Biolchi (PMDB-RS) – licenciado
Marco Maia (PT-RS)
Maria do Rosário (PT-RS)
Mendes Thame (PV-SP)
Nelson Pelegrino (PT-BA)
Otávio Leite (PSDB-RJ)
Paes Landim (PTB-PI)
Patrus Ananinas (PT-MG)
Paulinho da Força (SD-SP)
Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG)
Paulo Teixeira (PT-SP)
Renato Molling (PP-RS)
Rodrigo Maia (DEM-RJ)
Rogério Marinho (PSDB-RN)
Ronaldo Lessa (PDT-AL)
Ronaldo Zulke (PT-RS)
Rosinha da Adefal (PTB-AL)
Sérgio Zveiter (PSD-RJ)
Silas Brasileiro (PMDB-MG)
Zé Geraldo (PT-PA)
Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) – líder do governo na Câmara
Arnaldo Jardim (PPS-SP) – licenciado
Arthur Oliveira Maia (PPS-BA)
Arthur Virgilio Bisneto (PSDB-AM)
Bebeto Galvão (PSB-BA)
Betinho Gomes (PSDB-PE)
Beto Mansur (PRB-SP)
Carlos Zaratini (PT-SP)
Celso Russomanno (PRB-SP)
Clarissa Garotinho (PRB-RJ)
Daniel Almeida (PCdoB-BA)
Daniel Coelho (PSDB-PE)
Fernando Marroni (PT-RS)
Heráclito Fortes (PSB-PI)
Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE)
José Carlos Aleluia (DEM-BA)
José Otávio Germano (PP-RS)
José Priante (PMDB-PA)
Júlio Lopes (PP-RJ)
Jutahy Magalhães Jr. (PSDB-BA)
Luciano Ducci (PSB-PR)
Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA)
Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR)
Luiz Carlos Ramos (PTN-RJ) – licenciado
Luiz Sergio (PT-RJ)
Mandetta (DEM-MS)
Marcio Biolchi (PMDB-RS) – licenciado
Marco Maia (PT-RS)
Maria do Rosário (PT-RS)
Mendes Thame (PV-SP)
Nelson Pelegrino (PT-BA)
Otávio Leite (PSDB-RJ)
Paes Landim (PTB-PI)
Patrus Ananinas (PT-MG)
Paulinho da Força (SD-SP)
Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG)
Paulo Teixeira (PT-SP)
Renato Molling (PP-RS)
Rodrigo Maia (DEM-RJ)
Rogério Marinho (PSDB-RN)
Ronaldo Lessa (PDT-AL)
Ronaldo Zulke (PT-RS)
Rosinha da Adefal (PTB-AL)
Sérgio Zveiter (PSD-RJ)
Silas Brasileiro (PMDB-MG)
Zé Geraldo (PT-PA)
Créditos: Congresso em Foco
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